Li a conversa de 16 de setembro e as seis páginas do material que a Ligya envia. A qualificação está boa. O que quebra vem depois dela: o preço nunca é dito na conversa. Abaixo está o trecho novo, pronto para a Ligya copiar.
A paciente chegou às 16h36, contou que usa medicação para emagrecimento e que está perdida com a alimentação. Quinze minutos depois recebeu o PDF. Depois disso, silêncio.
Duas perguntas certas, na ordem certa, e a paciente entregou o caso dela por inteiro. Esse pedaço não muda.
Ele sai dentro de um PDF de seis páginas com três planos. A paciente precisa baixar, abrir, ler e escolher sozinha qual dos três serve para ela.
Três mensagens longas repetem a mesma ideia e nenhuma delas cita a medicação que a paciente acabou de mencionar.
"Me conta o que achou" pode ser respondido com "vou ver e te falo". A última página do PDF ainda leva a paciente para o Instagram, bem na hora de decidir.
Começa no momento em que a paciente conta o problema dela e termina no agendamento. Cada bloco abaixo é uma mensagem, na ordem.
Uma mensagem no lugar de três. Ela cita o que a paciente disse, então a resposta deixa de parecer material pronto.
Faz a paciente se imaginar dentro do atendimento antes de ver o número. Quem responde que consegue já entrou. Quem hesita entrega a objeção real ali, e a Ligya trata na conversa em vez de perder a paciente no silêncio.
Dois formatos em vez de três, e uma recomendação clara. A recomendação é a parte que hoje não existe: a paciente recebe três preços e decide sozinha, e decidir sozinha é o que ela faz saindo da conversa.
Entra no lugar do "me conta o que achou". A pergunta pede uma ação, e o "quero" já é o fechamento.
Uma só. A segunda vira cobrança.
O script funciona para qualquer paciente que chega no WhatsApp, venha do anúncio, do perfil ou de indicação. Quando a gente voltar com a campanha, ela sobe já com esse trecho ajustado e direcionando para o Instagram, que foi o que a gente combinou.